Aos 80 anos, Lula tem repetido situações em que se confunde ao falar em público. Em discursos nas últimas semanas, chamou a atual mulher, Janja da Silva, de Marisa, que foi sua segunda mulher e morreu em 2017.
Também já trocou o nome da ex-presidente Dilma Rousseff pelo da ex-deputada Irma Passoni. Levantamento do Poder360 mostra que, desde a posse em janeiro de 2023, o presidente já protagonizou ao menos 157 episódios de lapsos de memória ou falas controversas. O monitoramento considera discursos oficiais, entrevistas, eventos públicos e conversas informais com a imprensa.
O caso em que Lula trocou o nome de Janja ocorreu em evento oficial em Mauá, na Grande São Paulo, berço político do presidente e local onde viveu por décadas ao lado de Marisa. O erro aconteceu enquanto o presidente detalhava novos investimentos para a saúde na região.
Ao mencionar que Janja o acompanharia em uma unidade móvel de exames, o petista se confundiu e a chamou pelo nome da primeira-dama falecida.
Em entrevista concedida à jornalista Daniela Lima, do UOL, em 5 de fevereiro, Lula confundiu o nome da ex-presidente Dilma Rousseff com o da ex-deputada federal Irma Passoni. “As eleições, de 2014 para cá, porque a radicalização das eleições começou na disputa do Aécio Neves com a Irma Passoni. Aécio Neves foi o maior agressor que eu já vi contra uma mulher numa campanha política”, disse o presidente.
Logo na frase seguinte, Lula citou corretamente o nome da ex-presidente. “Ele inclusive criou a radicalização entrando com processo para que a Dilma não tomasse posse”.
Na cerimônia de sanção da Lei Antifacção, em 24 de março, ao agradecer aos que contribuíram para o projeto, Lula afirmou: “Parabéns a todos que contribuíram. Ao pessoal do Ministério da Justiça e parabéns aos deputados e senadores que nos ajudaram a dar mais um passo importante para que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado.”
Fonte: conexaopoliticabrasil
Karoline
Crédito: Bruno Peres/Agência Brasil

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