A investigação que envolve Jojo Todynho e as influenciadoras Malévola Alves e Rayssa Souza Rego ganhou um novo desdobramento no Rio de Janeiro. A Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão preventiva das duas investigadas. A medida integra um inquérito conduzido pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) da região central da capital fluminense.
A informação veio a público inicialmente por meio do jornalista Luiz Bacci. Segundo os documentos encaminhados pelas autoridades, as influenciadoras respondem a apurações relacionadas a supostas práticas como ameaça, perseguição, difamação, violência psicológica, coação no curso do processo e outras infrações previstas na legislação brasileira.
De acordo com a investigação, Jojo procurou os órgãos competentes após tomar conhecimento de conteúdos publicados nas redes sociais que, segundo o entendimento policial, ultrapassaram os limites da crítica e atingiram sua esfera pessoal. Além disso, os investigadores analisaram vídeos, transmissões ao vivo e outras manifestações divulgadas na internet.
Defesa questiona medida e reforça colaboração
Entre os elementos considerados no pedido, a polícia também menciona um episódio em que as influenciadoras viajaram ao Rio de Janeiro e estiveram nas proximidades do condomínio onde a artista mora. Para os investigadores, a sequência dos acontecimentos indicaria um aumento da hostilidade e justificaria a adoção de medidas cautelares mais rigorosas.
Entenda a treta entre Jojo e Malévola
Apesar disso, a solicitação não produz efeitos imediatos. Antes de qualquer decisão, o Ministério Público precisa se manifestar sobre o caso. Somente depois dessa etapa o Poder Judiciário poderá avaliar o pedido e decidir se há fundamentos para decretar a prisão preventiva.
Enquanto isso, a defesa de Malévola Alves e Rayssa Souza Rego contesta a necessidade da medida. Em nota pública, o advogado Jonatha Carvalho Matos afirmou que ambas colaboram com as investigações e vêm cumprindo os procedimentos judiciais relacionados ao processo.
“É importante destacar que o ordenamento jurídico brasileiro estabelece a prisão preventiva como medida absolutamente excepcional, cabível apenas quando demonstrados, de forma concreta e inequívoca, os requisitos previstos em lei, o que está longe de ser o caso”, declarou.
Além disso, o defensor manifestou confiança na atuação da Justiça e defendeu que a análise ocorra dentro das garantias previstas pela Constituição. Até o momento, Jojo Todynho não comentou publicamente os novos acontecimentos ligados à investigação.
Fonte - Ofuxico
Karoline
Jojo e Malévola - Foto Reprodução/Instagram

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