Segundo a Polícia Federal, entre os principais investigados está um agente político da Região Metropolitana de Curitiba, apontado como líder da organização criminosa. As investigações indicam que ele seria responsável por coordenar a logística, o transporte, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de cigarros de origem estrangeira introduzidos ilegalmente no Brasil.
Conforme a PF, o grupo atuava de forma estruturada e permanente na internalização e distribuição dos produtos contrabandeados. Para ocultar a origem do dinheiro obtido com a atividade criminosa, a organização utilizava empresas e pessoas interpostas para dissimular os verdadeiros responsáveis pelas operações.
Os investigadores também identificaram indícios de lavagem de dinheiro para dificultar o rastreamento dos recursos e a identificação dos beneficiários finais.
O nome da operação, Adumbra, tem origem no latim Adumbrare, que significa "lançar à sombra" ou "encobrir", em referência à suposta atuação velada do principal investigado na liderança da organização.
Os investigados poderão responder pelos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro e outros delitos que forem identificados ao longo das investigações.
Fonte: Catve
Foto: Catve

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