Rajadas de vento acima de 70 km/h foram registradas em diferentes regiões do Paraná durante esta segunda-feira (21). Os dados são das estações meteorológicas do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) e também de aeroportos do estado.
O maior registro foi observado em Apucarana, no Norte do Paraná, onde os ventos atingiram 124,9 km/h às 19h15. A velocidade elevada foi registrada durante a passagem de uma forte tempestade que atingiu o município e provocou impactos na região.
Além de Apucarana, outras estações meteorológicas registraram rajadas intensas ao longo do dia. Em Telêmaco Borba, os ventos chegaram a 95,4 km/h às 20h30. Já em General Carneiro e no distrito de Horizonte, em Palmas, foram registrados ventos de 83,9 km/h.
Confira os maiores registros nas estações meteorológicas do Simepar:
Apucarana: 124,9 km/h, às 19h15;
Telêmaco Borba: 95,4 km/h, às 20h30;
General Carneiro: 83,9 km/h, às 13h30;
Distrito de Horizonte, em Palmas: 83,9 km/h, às 20h15;
Altônia: 74,2 km/h, às 22h15.
Rajadas também foram registradas em aeroportos
As estações meteorológicas instaladas em aeroportos do Paraná também apontaram ventos superiores a 80 km/h nesta segunda-feira.
No Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, a rajada chegou a 86,8 km/h às 21h30. Em Maringá, o mesmo valor foi registrado às 18h. Já em Foz do Iguaçu, os ventos atingiram 83,2 km/h às 17h30.
Registros nas estações dos aeroportos:
Curitiba (Aeroporto do Bacacheri): 86,8 km/h, às 21h30;
Maringá: 86,8 km/h, às 18h;
Foz do Iguaçu: 83,2 km/h, às 17h30.
Volumes de chuva serão divulgados nesta terça-feira
De acordo com o Simepar, a lista consolidada dos volumes de chuva registrados durante esta segunda-feira estará disponível após as 8h desta terça-feira (22).
Até a divulgação do levantamento, a população pode acompanhar os volumes registrados diretamente nos dados das estações meteorológicas disponíveis no site oficial do Simepar.
Os registros de vento e chuva ajudam a acompanhar a intensidade dos temporais que atingem o estado e a identificar as regiões que enfrentaram as condições meteorológicas mais severas.
Fonte: Simepar
Imagens/Reprodução: Redes Sociais

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