Uma sentença que condenou um investigado a mais de 10 anos de prisão por ligação com o PCC em Curitiba reúne depoimentos que detalham o funcionamento do grupo, segundo levantamento da CGN.
Entre os relatos estão códigos usados para falar sobre drogas, como “peixe”, “pão” e “verde”, além de “brilho”, termo usado para uma substância apontada como ácido bórico. A investigação também identificou uma casa usada para preparar cocaína, mantida com luzes e televisão ligadas para aparentar que era habitada.
Durante uma busca, um investigado alegou ser “bodybuilder profissional” para explicar a presença de balanças de precisão e suplementos em sua residência. A sentença também descreve um suposto ritual de “batismo” para ingresso de novos integrantes na organização criminosa.
Os depoimentos ainda apontam movimentações financeiras fracionadas para dificultar o rastreamento e relatam uma operação de vigilância que durou seis dias, com plantões de até 14 horas para acompanhar a rotina dos investigados.
Imagem Ilustrativa / Depositphotos.com

0 Comentários